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Renault Captur dispensa motor 2.0 e retorna ao modelo mais em conta

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Renault Captur sob lateral-frontal

Confira as mudanças que surgem no catálogo da Renault

O novo Renault Captur, no ano que vem, sofrerá alterações e se tornará o veículo pioneiro, na fabricante, quando o assunto é o recente motor 1.3. Porém, até lá, a marca foca no momento atual. Assim, busca realizar alterações em seu portfólio, essas que podem ser de bastante interesse e agrado para o grande público.

Isso porque, o utilitário esportivo surge com as suas iniciais alterações de disponibilidade em linha, movimento marcado pela volta da versão Zen, com motorização 1.6 e transmissão automática CVT. Isso sem contar o descanso do modelo 2.0 com transmissão automática em quatro velocidades, que dará lugar para o 1.3T.

A versão Zen do Captur acabou tendo a sua produção descontinuada na conclusão do primeiro trimestre do ano passado, quando ele era a versão que contava com transmissão manual exclusiva de cinco velocidades, portanto, atrelado ao 1.6 aspirado. Com a sua saída, permaneceram apenas as versões Intense 1.6, com transmissão continuamente variável e Intense 2.0.

Para aquisição do Renault Captur Zen é preciso enfrentar um preço de R$ 85,7 mil, ademais chega com a presença de recursos, tais como:

  • piloto automático
  • ar-condicionado convencional
  • chave tipo cartão presencial
  • som com USB e Bluetooth
  • controles de tração e estabilidade
  • auxílio de saída em ladeira
  • quatro airbags
  • rodas de dezessete polegadas
  • luzes diurnas em LEDs

Agora, ocorre exatamente o movimento inverso com a saída dos dois modelos anteriores, que haviam permanecido quando o Zen teve a produção suspensa em 2019. Isso porque, a partir de então, tanto o Intense 1.6 CVT, quanto o 2.0 AT, não serão mais fabricados. Então, vale lembrar que ambos os veículos se estabeleciam na mesma faixa de preço, sendo R$ 98.700 para o mais barato e a versão seguinte custando mil reais a mais.

Renault Captur em seu interior

Renault Captur Bose (interior), divulgação.

Recursos do Renault Captur Bose

O vácuo deixado pela saída dos veículos antes citados será ocupado pelo Bose, veículo que, até então, era tido como um modelo extraordinário, não sendo, portanto, de uma série regular. Agora, o Bose passa a atuar como uma opção de topo, ao oferecer um motor de menores dimensões, além de novos recursos. Dentre esses podem ser encontrados:

  • novo sistema de som
  • ar-condicionado automático
  • bancos em couro
  • identificador de chuva
  • identificador de luz

Dessa forma, a partir de então, o veículo surge com transmissão CVT e motor 1.6, como a opção mais em conta. Assim, quando desconsiderado o modelo Life, que tem sua fabricação com finalidade a atender às Pessoas com Deficiência.

Renault Captur em sua traseira à distância

Renault Captur Bose (traseira), divulgação.

Com a suspensão de produção do Duster Zen de transmissão CVT há uma consequência sobre o modelo Intense. Assim, pois esse permanece como a opção mais em conta para aqueles indivíduos que não dispensam o câmbio citado. Para tanto, será necessário desembolsar pouco menos de R$ 90,3 mil.

Enquanto isso, o Captur Zen CVT se estabelece em uma faixa intermediária entre o Zen MT e o Intense. Ademais, detalhe para uma possibilidade sobre essa configuração tardia. Dessa maneira, pode servir de ensaio para aquilo que será visto no ano que vem. Ano em que o Renault Captur sofrerá uma nova mudança.

Por fim, pode ser esperado que a motorização 1.3 turbo para a versão que se enquadra enquanto topo, junto com o composto, custará um valor que sobrepõe os R$ 99 mil.

Fonte: Renault

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Jornalista de formação, trabalho em grandes jornais do ramo automotivo. Gosta de games e séries.

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