Bolsonaro auxílio emergencial
Bolsonaro auxílio emergencial, divulgação.

Benefício evita queda no PIB de até 10%, declara Presidente

O Produto Interno Bruto do Brasil seria ainda pior, caso o auxílio emergencial não fosse aprovado. Em suas palavras, o benefício fez a “economia movimentar”.

Ao fim da reunião no Kuwait, com embaixadores do Golfo, o presidente afirmou que o dinheiro, quando chega ao município, gira a economia local, o que resulta em arrecadações municipais, estaduais e federais mais generosas.

Mesmo admitindo o papel crucial do suporte aos beneficiários na economia, Bolsonaro destacou novamente que não há mais recursos públicos para custear novas parcelas do auxílio.

Sobre a extensão do amparo que está em votação no Senado, essas são resumidas em dívidas para a economia, através de sua declaração.

Caso seja aprovada, a PEC possibilitará que quatro parcelas de R$ 250 sejam pagas a 45 milhões de brasileiros, então, o Governo precisará levantar R$ 34,2 bilhões adicionais.

Apesar de destacar que os cofres públicos estão vazios para custear uma nova rodada do benefício, Bolsonaro insiste que a queda no PIB foi muito menor do que a esperada.

“Se esperava que a gente ia cair 10%, né? Parece que caímos 4%. É um dos países que menos caiu no mundo todo, então tem esse lado positivo”, disse ele.

PEC Emergencial em votação

PEC que permite a expansão das novas parcelas do auxílio emergencial, será votada nesta quarta (03).

Por meio da proposta, o Governo poderá sustentar o benefício, para além do teto de contenção fiscal, que não seria mais a régua limitadora.

Caso seja aprovada, será encaminhada para o Congresso, onde submetida a uma nova votação, determinará o futuro do benefício em 2021.

A medida terá ao seu contrário, alguns trechos polêmicos, como a retirada do piso de investimentos do Governo em setores básicos como a educação e saúde.

Para garantir que a situação do auxílio, que possui caráter emergencial, tenha a sua causa separada, os senadores estudam reduzir o texto ao essencial para a aprovação das novas parcelas.

Fonte: Estadão IstoÉ

 

 

Jornalista de formação, trabalho em grandes jornais do ramo automotivo. Gosta de games e séries.